SOBRE O ARREPENDIMENTO E A LUXÚRIA – TEMAS DA PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO

Pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus empregados. (Lucas 15:18-19)

Amados fiéis! A leitura do Evangelho de hoje, assim como a da semana passada, nos apresenta o mesmo objetivo significativo: preparar nossa alma e nosso corpo para o trabalho ascético da Santa Grande Quaresma. No domingo passado, o Evangelho nos lembrou do pecado do orgulho e da importância vital da humildade; esta semana, a Escritura fala da repugnante paixão da luxúria e do poder salvador do arrependimento.

Como eram sábios os santos padres! Primeiro, revelaram o orgulho que causa a morte da nossa alma e, depois, desmascararam a luxúria que mata o nosso corpo. O primeiro, o pecado cometido por Adão, instala-se no coração para matar a alma; o segundo invade a nossa mente para matar o corpo. Quando ambos estão presentes, destroem-nos completamente, arrastando-nos para o abismo sem fundo do fogo e da morte.

Assim, a alma humana está intrinsecamente ligada ao corpo, assim como o orgulho é inseparável da luxúria. O pecado da luxúria geralmente precede o orgulho. Os Santos Padres afirmam em uníssono: “Aquele que é orgulhoso em suas virtudes cai na luxúria” (São João Clímaco, A Escada da Ascensão Divina, 4º degrau, Sobre a obediência, Capítulo 27). Portanto, se quisermos preparar nosso corpo e alma para o trabalho da Quaresma, falemos da paixão da luxúria e do poder do arrependimento. Antes de tudo, sigamos o Evangelho.

O homem que tem dois filhos representa a nossa consciência. O corpo, nesta parábola, corresponde ao filho mais novo, pois é mais frágil e propenso ao pecado. O filho mais velho representa a nossa alma, pois está mais enraizada na virtude da obediência a Deus.

Quando vencido pelas paixões, o corpo pede à consciência que lhe dê a sua parte dos bens para desperdiçá-la em uma vida desregrada. Assim, o corpo anseia por liberdade, dinheiro, roupas bonitas, comida, vinho, prazeres pecaminosos, etc. Livrando-se das rédeas da consciência, embriagado pela liberdade, pela juventude e por diversas paixões, parte para o país da luxúria, estranho a Deus, e esquece a consciência, sua irmã mais velha e mestra.

Ali o corpo desperdiça seus dons naturais — saúde, juventude e substância, seus anos maravilhosos e sua liberdade. Ali enfrenta uma fome terrível, isto é, doenças graves, pobreza, tribulações e, finalmente, desespero. Ali se torna escravo de Satanás, que o faz cuidar dos porcos — todos pecados bestiais — e arrasta outros para esse abismo. Cada pecado carnal é seguido por outros pecados, cada um mais grave que o anterior.

Que queda horrível, irmãos! Quanto mais sucumbimos à paixão da luxúria, mais difícil se torna a cura; parece ainda mais terrível, pois prevalece sobre todos. Não há pecado tão repugnante para as pessoas e para o Senhor quanto a luxúria, e nenhum outro pecado é tão difundido no mundo inteiro. O espírito maligno da luxúria está presente em toda parte — no corpo de um menino e de um idoso, na casa do pobre e do rico, na guarita e no palácio do homem rico.

Hoje em dia, a paixão da luxúria age com fúria e zelo excessivos. Ela destrói os vasos mais puros e honrados, encanta as mentes mais louváveis, maltrata os corpos dos mais jovens, mancha as faces mais puras da castidade, mente para as mães dos mais jovens e instila desgraça nos mais velhos. Este espírito demoníaco não sente compaixão por bebês inocentes, seios murchos ou pais sem filhos. Ele endurece o coração das mães como pedra, transforma cônjuges em assassinos e torna os jovens imorais. Ele derrota a todos para torná-los filhos de Hinom.

De onde vem toda a fúria do diabo contra a raça humana? Sabendo quantos dias nos restam, será que Satanás está se esforçando para tentar as pessoas com inúmeros pecados carnais que facilmente aprisionam a todos? Esta deve ser a única explicação para a disseminação desse pecado nos dias de hoje. Dificilmente encontramos um jovem que não tenha cometido esse pecado antes do casamento. Raramente encontramos uma mulher que não tenha cedido a essa tentação por sua própria vontade. Quase não conhecemos nenhum casal que tenha conseguido manter seu leito imaculado, ou recém-casados ​​que não estejam ameaçados pelo divórcio por causa dessa paixão desprezível.

Consequentemente, a luxúria tornou-se uma úlcera social para toda a humanidade, um câncer desconhecido que parece incurável. O espírito da luxúria ruge como um leão e ronda por toda parte, tentando o maior número possível de pessoas. Podemos encontrá-lo em qualquer lugar — vagueia frívola pelas ruas, permanece em cada cruzamento, ociosamente em bares, frequenta festas, atrai os jovens, permanece com casais, nunca abandona as casas das viúvas, ri nas ruas, age incessantemente em lojas e mercados, tentando dar esperança de algo grandioso. Incita as pessoas a beber, contar piadas estúpidas, organizar encontros pecaminosos e dormir demais. O espírito da luxúria bate em todas as portas, abre os portões de muitas casas e as janelas de muitos corações, amolece as convicções mais inabaláveis, faz do corpo um culto e faz o pecado parecer insignificante.

Dificilmente existe um caminho que ele não tenha percorrido em sua busca por almas humanas! Há alguma aldeia onde ele não habite, alguma cidade que ele não domine, ou alguma rua por onde ele não caminhe descaradamente, de modo que, se não tentarmos resistir, ele invade nossas casas sem ser convidado? Às vezes, o espírito da luxúria vagueia pelas ruas mais desertas, travando uma guerra implacável até mesmo contra os eremitas e santos mais experientes.

Os Santos Padres aconselham que não devemos lutar contra esse pecado terrível, mas fugir dele, pois não somos mais sábios do que os Reis David e Salomão, que foram derrotados pela luxúria.

Raro é o homem que não está infectado por esse espírito maligno; mas feliz é aquele que, atacado pela luxúria, sai vitorioso e forte, assim como José no Egito. Bem-aventurado aquele que não peca com o olhar, mais bem-aventurado aquele que não peca com os pensamentos, e três vezes bem-aventurado aquele que não cai no pecado pelos cinco sentidos.

Este pecado penetra o coração humano imperceptivelmente. Primeiro entra pelos olhos e ouvidos, depois permeia os pensamentos, a imaginação, a mente e a vontade, e então alcança o coração; o pecado está pronto — a fortaleza está tomada e a alma subjugada. Assim, sentimentos desenfreados geram luxúria. Ela é alimentada pelo sono excessivo e pela gula. Se um indivíduo bebe, entrega-se a prazeres pecaminosos e se comporta de forma presunçosa, a luxúria amadurece e o escraviza; o mesmo acontece quando as pessoas se sentem afastadas da Igreja, da oração, da Confissão sincera, do jejum e da vida cristã. Ao contrário, o que vence a luxúria é a oração, o que a enfraquece é o jejum, o que a purifica é a Confissão frequente dos pecados, o que a cura é a humildade, o que a dissipa são o autocontrole e a lembrança da morte.

Podemos perceber o efeito devastador da luxúria através de suas consequências, que são terríveis e podem ser vistas em todos os lugares. Sem dúvida, o impacto mais comum da luxúria é o sofrimento: dor física, enfraquecimento e perturbação mental, ou até mesmo a morte. Mas os impactos mais horrendos são o afastamento total de Deus e o desespero.

A pessoa que possui autocontrole é mental e fisicamente bem desenvolvida; seu rosto é leve, seus olhos são claros, suas palavras são doces. A pessoa adúltera é sempre frágil; seu rosto é pálido, seus olhos são vermelhos e ansiosos, sua palavra é cruel e sedutora, seu corpo frequentemente treme. Essas pessoas não dormem bem e têm, em sua maioria, pesadelos.

Aqueles que possuem autocontrole são calmos e pacíficos em todas as adversidades; refletem profundamente, apreciam o jejum, a oração e a Confissão, e recebem a Sagrada Comunhão com grande prazer e alegria. Ao contrário, aqueles que são maculados por esse pecado sempre parecem ansiosos, são briguentos e distraídos em seus pensamentos; suas mentes são cansadas e confusas, seus sentimentos não são puros. Evitam completamente o jejum, pois, como dizem, isso os enfraquece; não frequentam a igreja porque não têm tempo; não oram porque se envergonham diante das pessoas; não confessam seus pecados por medo do padre; e não rejeitam o pecado porque, como acreditam, não podem ser salvos. Uma pessoa adúltera tem medo da morte; deseja que não existissem Deus, nem morte, nem julgamento, para que esses pecados jamais fossem revelados.

Se ele se abstém do pecado, sua família vive em paz, seus filhos são alegres e saudáveis, sua esposa é obediente e misericordiosa — tudo em sua vida é permeado pela virtude. Mas a casa dominada pela paixão da luxúria é constantemente bombardeada por brigas, insultos, devassidão e bebedeiras, doenças incuráveis, divórcios e provações. A esposa não sente alegria em ser mãe, o berço permanece vazio, o jardim está sem vida — tudo está de cabeça para baixo.

Quão torturante e terrível é a vida de um homem vencido pelo mal da luxúria e do desespero! Amados fiéis, continuemos a seguir o fio do Evangelho.

Saciado de pecados, abandonado pelos filhos, pela esposa, pelos amigos e pela própria consciência, afastado da Graça Divina, o adúltero pode um dia recobrar o juízo. Recobre o juízo ao recordar a sua infância inocente, o amor da mãe que tanto se esforçou para criá-lo e a misericórdia do Senhor; como o filho pródigo, é tomado pela nostalgia do lar paterno.

Repreendido pela consciência, acometido por doenças, horrorizado com a morte iminente, levanta-se da queda, contempla o vazio. Em lágrimas, arrepende-se do que fez. Aquela terra distante parece-lhe repugnante, e começa a chorar amargamente. Então, volta-se para a sua alma, para a sua consciência, para o Pai e clama: “Minha alma, minha alma, levanta-te! Por que dormes?” [Grande Cânon de Santo André de Creta] ou clama como o filho pródigo: “Pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados” (Lucas 15:18-19). Eu contaminei a terra com meus pecados, desperdicei anos de vida, minha preciosa saúde, minha juventude e meus bens; não Te obedeci, abandonei Tua casa, privei-me da alegria de frequentar Tua Igreja. Profanei meu leito e meu corpo. Mortifiquei o fruto do meu ventre, abusei de minha esposa e tentei muitas pessoas com meus pecados! Não aguento mais; estou com fome, todas as minhas roupas novas estão esfarrapadas, não tenho mais dinheiro, as doenças me afligem. Não há ninguém para me abrigar, para me curar, para me conhecer! Deus, deixa-me estar con´Tigo! Pequei contra o céu e diante de Ti, mas faze-me Teu último servo!

Oh, quão raro e quão precioso é o arrependimento de um homem adúltero!

E o Senhor misericordioso, sempre generoso, vai ao seu encontro, espera por ele, o abraça e ouve sua Confissão, perdoa seus pecados e, finalmente, lhe dá novas vestes de arrependimento, coloca um anel em seu dedo e o convida para Sua casa. Lá, alegre, Ele mata um novilho cevado para ele.

O Senhor acolhe de volta o Seu filho pródigo se este tiver profundo arrependimento no coração, confessar honestamente os seus pecados e cumprir a penitência imposta por um sacerdote. Assim, o homem recebe novas vestes de esperança para a salvação e usa um anel de ouro, sinal de que os seus pecados foram perdoados e que agora está desposado com Cristo. Então, ele entra na Santa Igreja, onde os anjos se alegram com o seu retorno; ali, ele recebe a Sagrada Comunhão e se redime.

Amados fiéis, a paixão da luxúria é forte, mas mais forte ainda é a misericórdia de Deus! É verdade que o mundo inteiro parece ser a casa do mal, e Deus é paciente. O pecado é hoje mais difícil de perdoar; cometemo-lo sem jamais o esconder, descaradamente e sem vergonha. Mas o Senhor é paciente. Ele vem ao nosso encontro, procura-nos e bate à porta do nosso coração com a mão da Sua misericórdia. Se não respondermos, Ele vem com doenças, provações ou pobreza. Este pode ser o único caminho para despertar o nosso arrependimento. Somos lentos em nos arrepender, mas o Senhor continua paciente!

Após Adão ter pecado, Deus não o deixou completamente sozinho. Adão desejou o fruto, foi tentado e sucumbiu à tentação, caiu e não confessou seu pecado honestamente, mas atribuiu a culpa a Eva. Portanto, ele foi expulso do Jardim para a terra do pecado. Lá, em uma terra distante, Adão — intimidado por espinhos e lobos — lembrou-se de seu Pai e começou a clamar desesperadamente: “Senhor, eu já não sou digno de estar no Jardim do Éden, mas faze-me um dos Teus servos mais pecadores. Olhei para o fruto, desejei-o e pequei, mas leva-me de volta. Das profundezas clamei a Ti, ó Senhor! Senhor, ouve a minha voz… Livra a minha alma da prisão” (Salmos 129:1; 141:8).

Adão e seus descendentes choravam dessa maneira há muitos anos. O Deus misericordioso ouviu suas orações e foi ao seu encontro. No lugar onde se encontraram, uma cruz que se elevava até o céu foi erguida; Essa foi a Cruz da misericórdia de Deus.

O Senhor vai a cada um de nós, chama-nos ao arrependimento e espera por nós durante toda a nossa vida. Ele deseja que ao menos nos aproximemos. E se ouvirmos a voz de Deus, nos arrependermos dos nossos pecados e nos voltarmos para uma nova vida de penitência, Cristo nos encontrará com a Sua alegria inefável: Estávamos perdidos e revivemos; estávamos perdidos e fomos encontrados (Lucas 15:24).

Contudo, se negligenciarmos Suas palavras, se não sentirmos arrependimento, Ele nos aguardará no limiar de uma igreja desolada ou no caminho; cheio de tristeza paterna, Ele clamará com as palavras do profeta: “Criei filhos e os eduquei, e eles se rebelaram contra Mim. O boi conhece o seu dono, mas Israel não” (Isaías 1:2-3). “O homem que é honrado, mas não tem entendimento, é semelhante aos animais que perecem” (Salmos 48:21).

O jejum é um dos melhores caminhos para rejeitar qualquer tipo de prazer terreno e sensual e retornar a Cristo. Para vencer a auto-gratificação, é preciso jejuar; para refrear os pensamentos frívolos, é preciso praticar a humildade; para purificar o coração do pecado, é preciso consumi-lo com oração atenta e profunda humildade.

A Grande Quaresma nos aguarda — é o bom, santo e régio caminho do arrependimento, o caminho que nos conduz ao encontro com o Senhor. Por isso lemos sobre o Filho Pródigo antes da Quaresma. Rejeitemos toda espécie de luxúria repugnante. E com a luxúria, rejeitemos todos os outros pecados.

Que as mães cuidem do fruto de seu ventre, pois terão que enfrentar grave condenação pelo pecado do infanticídio. Que os pais cultivem a honra da família, para que possam desfrutar da longevidade e da felicidade de seus filhos. Que os filhos obedeçam a seus pais, a menos que queiram seguir o exemplo do Filho Pródigo. Que jovens e idosos, moças e viúvas, pobres e ricos, fujam da úlcera dos prazeres carnais se quiserem que a alegria e a paz abracem suas almas nesta vida e se desejarem alcançar a paz eterna na vida após a morte.

Os pais devem cuidar de seus filhos, incutir neles a bondade; os pais não devem deixar seus filhos saírem de debaixo de suas asas enquanto ainda são pequenos, não devem abandoná-los para que o turbilhão dos pecados carnais não os domine e eles pereçam sem Deus. Frequentem a igreja com eles o máximo possível, confissões com eles, façam deles filhos fiéis da Igreja e da sociedade, e não servos do diabo. Amemos a casa de nosso Pai, onde todos nascemos espiritualmente. Voltemos para casa!

Esse retorno pode levar uma hora ou um dia, mas a Igreja nos oferece sete semanas de jejum e arrependimento. Cada dia da Grande Quaresma é um passo que nos eleva cada vez mais, para que finalmente encontremos Cristo. No início da Grande Quaresma, somos como Adão, expulso do Jardim do Éden, e como o Filho Pródigo. À medida que a Páscoa se aproxima, como filhos que retornam à casa de seu pai, tornamo-nos como o Adão redimido e o filho que seu pai encontrou. O Domingo de Ramos é o dia em que entramos em Jerusalém com o nosso Senhor, ceamos com Ele em alegria indizível e participamos do novilho cevado — isto é, recebemos a Sagrada Comunhão. Digno de entrar na Nova Jerusalém com Cristo e participar da Sua ceia é aquele que rompeu os grilhões do pecado, confessa os seus pecados e cumpre os jejuns.

Esse é o verdadeiro sentido da leitura do Evangelho de hoje. Portanto, em conclusão, amados fiéis, rejeitemos o orgulho espiritual e a auto-gratificação. Vivamos uma vida nova, uma vida pura, pacífica e justa. Não somos templos de luxúria, mas templos do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19). Há inúmeros pais sem filhos, famílias empobrecidas e berços vazios; há muitas crianças sem mãe e mães que não sentem alegria. Não devemos ser nada disso. Desperdiçamos nossa juventude com prazeres, mas basta! Levantem-se, vamos a Cristo!

O que nos conduzirá a Ele é o jejum; o que O tornará misericordioso são nossas orações, Confissões, prostrações e lágrimas. Nos prostraremos diante d´Ele dizendo: “Pai, pequei contra o céu e contra Ti”. Sendo nosso Pai Misericordioso, Ele nos abraçará, rasgará a condenação de nossos pecados, curará nossas enfermidades e enxugará nossas lágrimas; fortalecerá nossa fé, nos vestirá com vestes brancas e colocará um anel de ouro em nossa mão, sinal de reconciliação. Entrará conosco em Sua Igreja e nos alimentará com Seu Corpo e Sangue. Ele Se alegrará indizivelmente com o céu e a terra, pois estávamos mortos e agora estamos vivos, estávamos perdidos e agora fomos encontrados. Amém.


Arquimandrita Ioannichie (Balan)
tradução de monja Rebeca (Pereira)

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Aurora Ortodoxia é um labor online missionário de cristãos ortodoxos brasileiros de distintas jurisdições canônicas, dedicado ao aprofundamento e iluminação daqueles que se interessam em conhecer a Fé Ortodoxa por meio da experiëncia da Santa Tradição.

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