Natividade De Nosso Senhor Jesus Cristo

A celebração da festa da Natividade de Cristo na Igreja Ortodoxa segue o modelo da celebração da festa da Ressurreição do Senhor. Um jejum de quarenta dias precede a festa, com dias preparatórios especiais que anunciam a proximidade do nascimento do Salvador. Assim, no Dia de Santo André e no Dia de São Nicolau, cantam-se hinos para anunciar o nascimento do Senhor:

Adorna-te, ó Gruta. Prepara-te, ó Manjedoura. Ó Pastores e Reis Magos, trazei vossos dons e testemunhai. Pois a Virgem vem trazendo Cristo em Seu ventre (Hino Vespertino do Dia de São Nicolau).

No dia anterior ao Natal, são lidas as Horas Reais e celebrada a Divina Liturgia de São Basílio com as Vésperas. Nessas celebrações, são cantadas as profecias do Antigo Testamento sobre o nascimento de Cristo, com ênfase na profecia de Miquéias, que prevê Belém como o local de nascimento do Salvador, e nas profecias de Isaías sobre a aparência e o caráter do Messias.

Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel, que traduzido, é Deus está conosco (Is. 7:14)

Alvoroçai-vos, ó povos, e sereis quebrantados; dai ouvidos, todos os que sois de longíquas terras; cingi-vos e sereis feitos em pedaços, cingi-vos e sereis feitos em pedaços. (Is. 8:9)

Porque um Menino nos nasceu, um filho Se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o Seu Nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do incremento deste principado e da paz, não haverá fim. (Is. 9:6-7)

A Vigília de Natal começa com as Completas, marcadas mais uma vez pelo canto solene de “Deus está conosco” e pelas palavras da profecia de Isaías. Nas Completas, cantam-se também o Troparion e o Kontakion da festa, juntamente com hinos especiais que glorificam o nascimento do Salvador. Há ainda as longas litanias de intercessão e a bênção solene dos cinco pães, juntamente com o trigo e o vinho dos quais os fiéis participam, e o óleo com que são ungidos. Esta parte da vigília festiva, que se repete em todas as grandes festas, chama-se litia (em grego, artoklasia ou a fração do pão).

No início das Matinas de Natal, que juntamente com as Completas formam a Vigília de Natal, os seis salmos matinais (Hexasalmos) começam, como de costume, com as palavras: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc. 2: 14)

Nos cultos de Natal, estas palavras do cântico angelical são normalmente cantadas com grande solenidade, em vez de serem entoadas como no Serviço diário. As Matinas de Natal seguem o curso habitual. A leitura do Evangelho de Mateus (1.18-25) narra o nascimento de Cristo, e todos os hinos e versículos glorificam a Sua aparição na Terra:

Cristo nasceu, glorificai-O. Cristo veio do céu, ide ao Seu encontro. Cristo está na terra, exaltai-O. Cantai ao Senhor, toda a terra. Cantai com alegria, todos os povos. Pois Ele foi glorificado (Primeira Ode do Cânone de Natal).

Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de Seu Filho, que clama: Aba, Pai. Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo. (Gal. 4:4-7)

A leitura do Evangelho é a conhecida história do Natal em Mateus (2.1–12), e a Liturgia continua normalmente. Segue-se uma celebração específica de dois dias, dedicada a Maria, a Mãe de Deus, e a Santo Estêvão, o Primeiro Mártir. O período de alegria natalina estende-se até a Epifania, durante a qual se cantam canções de Natal e a Igreja não exige jejum nem oração de joelhos.

A festa do Natal é formalmente intitulada Natividade na Carne de Nosso Senhor, Deus e Salvador Jesus Cristo. No Natal, celebramos o nascimento como homem do Filho de Deus, aquele que, juntamente com o Pai e o Espírito Santo, é verdadeiramente Deus desde toda a eternidade. Assim, cantamos na Igreja.

Hoje a Virgem dá à luz o Transcendente, e a terra oferece uma gruta ao Inacessível! Anjos, com pastores, glorificam-No! Os magos viajam com a estrela! Pois que por nós o Deus Eterno nasceu como uma criança (Kontakion).

Durante os primeiros quatro séculos da história cristã, a festa do Natal não era uma festa litúrgica separada. Era celebrada juntamente com a Epifania, na grande festa da aparição de Deus na Terra na forma do Messias humano de Israel. A Natividade passou a ser celebrada como tal no dia 25 de dezembro / 07de janeiro, a fim de contrapor-se à festa pagã do Sol Invencível, que ocorria nesse dia. Foi instituída pela Igreja de forma bastante consciente, numa tentativa de combater a falsa religião dos pagãos. Assim, descobrimos o Troparion da festa fazendo uma polêmica contra a adoração do sol e das estrelas e convocando à adoração de Cristo, o Verdadeiro Sol da Justiça (Ml 4.2), que é adorado por todos os elementos da natureza.

A Tua Natividade, ó Cristo nosso Deus, fez resplandecer ao mundo a luz da sabedoria! Pois por meio dela, aqueles que adoravam as estrelas foram ensinados por uma estrela a adorar-Te, o Sol de Justiça, e a conhecer-Te, o Oriente, lá do alto [Lc 1,78]. Senhor, glória a Ti! (Troparion).

Assim, a festa do Natal é a celebração da salvação do mundo por meio do Filho de Deus que se fez homem por nossa causa para que, por meio d´ Ele, nós mesmos pudéssemos nos tornar divinos, filhos de Deus Pai, pela habitação do Seu Espírito Santo em nós.

A festa do Natal, que os livros litúrgicos do Rito Bizantino chamam de Natividade (nascimento) na carne de Nosso Senhor, Deus e Salvador Jesus Cristo, inicia o ciclo de festas de inverno, por vezes chamadas de “Festas da Luz”. Essas festas — a Natividade, a Epifania e o Santo Encontro — têm um foco comum: a vinda do Messias ao mundo e o início da Sua obra de redenção.

Esta festa é celebrada em 25 de dezembro/07 de janeiro e é considerada uma das Doze Grandes Festas da Igreja.

Significado da Festa

Na festa da Anunciação, em 25 de março/07 de abril, recordamos o momento da Encarnação, quando o Filho Eterno de Deus, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, assumiu a forma humana no ventre da Virgem Maria. Nove meses depois, em 25 de dezembro/07 de janeiro, celebramos o Seu nascimento em nosso mundo como um menino, embora conservando tanto a natureza divina quanto a humana:

Toda a criação é iluminada pois que Senhor Jesus nasceu da Virgem Santíssima. Os pastores vigiam e os Magos O adoram; os anjos cantam hinos de louvor, e Herodes treme; pois o Salvador de nossas almas Se revela na carne. (Stichera do Acender das Lamparinas em Vésperas)

Este hino das Vésperas contém praticamente todos os muitos temas desta festa:

– A vinda do Salvador ao mundo como “iluminação” e “revelação”;

– O reconhecimento comum do Messias tanto por judeus quanto por gentios;

– As profundas mudanças que a vinda do Senhor causaria entre as nações do mundo;

– Nossa resposta de louvor e gratidão, e até mesmo de “tremor” diante das grandes coisas que ainda estão por vir.

Nesta festa, falamos de nossa redenção quase como se ela já estivesse consumada com a vinda de Cristo – mas não fingimos ignorar a Cruz, o túmulo e a Ressurreição. Em vez disso, celebramos o nascimento do Senhor sabendo que Ele vem ao mundo não apenas para ensinar, mas também para redimir:

Rejubila, Jerusalém; exalta, todos os que amam Sião. Hoje, o vínculo temporário da condenação de Adão é dissolvido; o Paraíso se abre para nós, e a serpente é esmagada; Pois a mulher que primeiro enganou, agora reconhece como mãe do Criador… Que todo o universo exulte e salte de alegria, pois Cristo veio para regenerá-lo e salvar as nossas almas. (Apostichas das Vésperas)

O Ícone da Festa

O Senhor mais sábio vem nascer,

Recebendo hospitalidade de Suas próprias criaturas.

Recebamo-Lo também,

Para que esta Criança divina na gruta nos faça Seus hóspedes

No paraíso das delícias!

A Natividade de Cristo sempre foi celebrada e cantada pelos cristãos de uma forma ou de outra, pois é central para a Fé. A Palavra de Deus, em tempos passados, pode ter aparecido como um Anjo do Senhor ou o fogo divino da Sarça Ardente, mas agora, a partir deste tempo, Ele Se tornou um de nós; e não apenas como um homem adulto descido do Céu, mas em humildade Deus nasce de uma mulher e vem a nós como um pequeno bebê, mudo. É isso que é mostrado no Ícone da Natividade, e em torno desse evento histórico central outras histórias que cercam o nascimento de Jesus Cristo são representadas.

A forma comum do ícone da Natividade, com poucas variações, data de cerca do século XV, embora se baseie em fontes muito mais antigas: as profecias do Antigo Testamento, os relatos dos Evangelhos do Novo Testamento e narrativas antigas sobre a vida da Virgem Maria.

O Novo Testamento no ícone da Natividade

O Menino Jesus e Sua Mãe são mostrados em uma gruta, cercados por rochas incrivelmente afiadas e inóspitas, que refletem o mundo cruel em que Jesus nasceu. Os Evangelhos relatam que José e Maria não encontraram lugar em nenhuma hospedaria quando vieram participar do recenseamento em Belém, e por isso Jesus foi colocado em uma manjedoura, um cocho para animais. Era comum na época que os animais não fossem abrigados em estábulos de madeira, mas em cavernas e reentrâncias nas colinas, e é por isso que esse “estábulo” é mostrado no ícone.

No alto do céu, uma estrela emite um único raio em direção ao Menino Jesus. Essa estrela é seguida pelos Magos, os sábios persas do Oriente, que trazem presentes para Cristo. Mas eles são mostrados à distância, ainda em sua jornada. Eles não estão presentes.

Nos céus, uma multidão de anjos anuncia a boa nova do nascimento do Salvador do mundo. À direita, os pastores – pessoas que ninguém mais considera importantes – são os primeiros a receber a Boa Nova do nascimento de Jesus. Mas eles também são mostrados fora da gruta, ainda com seus rebanhos. Eles também ainda não estão ao lado de Cristo.

Além de Sua Mãe, a única companhia que Jesus Cristo tem nas primeiras horas de Sua vida terrena são um humilde boi e um jumento. Esta é a humildade da encarnação de Deus na Terra.

O Antigo Testamento no Ícone da Natividade

A humildade das origens de Cristo não deve nos surpreender, visto que a forma de Seu nascimento foi profetizada centenas de anos antes do evento. A presença do boi e do jumento no ícone da Natividade cumpre uma das muitas profecias do livro de Isaías, no Antigo Testamento:

O boi conhece o seu dono, e o jumento, a manjedoura do seu senhor” (Isaías 1:3). Aqui, os animais também são mostrados aquecendo Jesus com sua respiração.

Também encontrada em algum lugar na maioria dos ícones da Natividade está a “Árvore de Jessé”. Nomeada em homenagem a um patriarca do Antigo Testamento, a presença da árvore serve para nos lembrar de outra profecia cumprida de Isaías:

Do tronco de Jessé brotará um ramo, e das suas raízes um Renovo florescerá; e o Espírito do Senhor repousará sobre Rle” (Isaías 11:1-2). Na carne, Jesus pode traçar Sua ancestralidade tanto por meio de Sua Mãe quanto de Seu pai adotivo, José, até Jessé. Essa linhagem também é representada, por vezes, nos ícones da Árvore de Jessé.

Outra fonte importante para a história do nascimento de Jesus é o Protoevangelho de Tiago, um texto do século II que descreve a vida da Virgem Maria. Este texto inclui, naturalmente, uma descrição do nascimento de Cristo, e o relato é mais detalhado do que os encontrados nos Evangelhos. De acordo com o Evangelho, José levou consigo duas mulheres – uma parteira e uma mulher chamada Salomé – para ajudar no nascimento de Jesus. Salomé é identificada com uma mulher que mais tarde se tornou discípula de Cristo, foi mãe dos apóstolos Tiago e João e foi uma das mulheres que descobriram o túmulo vazio após a ressurreição de Cristo.

Mas onde está José? Ao contrário dos conhecidos presépios ocidentais, nos ícones ortodoxos José geralmente é encontrado na parte inferior do ícone, longe de sua noiva e de seu filho. Às vezes visto ouvindo um ancião, José parece perturbado. Ele é assolado por novas dúvidas a respeito de Seu nascimento, dúvidas essas que lhe são transmitidas por Satanás na forma de um ancião, conforme registrado no Protoevangelho. O demônio sugere que, se o Menino fosse verdadeiramente divino, não teria nascido de forma humana. Esses argumentos, que em última análise não fizeram José tropeçar, retornaram constantemente para perturbar a Igreja e são a base de muitas heresias a respeito de quem Cristo foi e é. Na pessoa de José, o ícone revela não apenas seu drama pessoal, mas o drama de toda a humanidade: a dificuldade de aceitar o que está além da razão – a Encarnação de Deus.

Além de anunciar a gloriosa e jubilosa notícia do Nascimento de Cristo, o ícone também reconhece, assim como os hinos da Igreja, o grande mistério deste evento.

Como pode Ele estar contido num ventre, a quem nada pode conter?

E como pode Ele, que está no seio do Pai,

ser acolhido nos braços de Sua Mãe?

Isso é segundo a Sua vontade,

como Ele sabe e deseja.

Pois, sendo sem carne,

por Sua própria vontade se fez carne;

e Aquele que É,

por nossa causa, tornou-se aquilo que não era.

Sem se afastar de Sua própria natureza,

participou da nossa substância.

Desejando preencher o mundo celestial com cidadãos,

Cristo nasceu em dobro.

Preparação para a Festa

A festa da Natividade é precedida por um jejum preparatório de 40 dias, que começa na noite de 14/28 de novembro, festa de São Filipe. Vários dias festivos que ocorrem durante este jejum incluem hinos que antecipam a Natividade.

Nos dois domingos que antecedem a Natividade, recordamos os Patriarcas do Antigo Testamento que aguardavam a vinda do Messias; no domingo anterior à festa, lê-se a genealogia do Senhor, segundo o Evangelho de São Mateus. Nestes dias, e nos cinco dias que antecedem a festa (chamamos de Ante-Festa da Natividade), os hinos litúrgicos cantam sobre a Virgem enquanto Se aproxima de Belém e da gruta onde dará à luz.

O dia 24 de dezembro / 06 de janeiro é celebrado como uma vigília solene (relacionada a vigílias semelhantes na véspera da Epifania e da Páscoa). Um jejum rigoroso é observado, acompanhado pelo canto das Horas Reais, que narram as profecias do Messias e os relatos evangélicos dos eventos que marcaram Seu nascimento. (Este dia de jejum, e as Horas Reais, são antecipados para a sexta-feira anterior, caso o dia 24 de dezembro/ 06 de janeiro caia em um sábado ou domingo.)

Serviços Litúrgicos da Festa

O serviço das Vésperas na tarde ou noite de 24 de dezembro/ 06 de janeiro marca a transição do jejum natalino para a festa do Natal. Quando este dia cai em um dia de semana, as Vésperas são combinadas com a Divina Liturgia de São Basílio, que assim constitui um encerramento apropriado para o jejum do dia da Vigília. (A Divina Liturgia de São Basílio não é apenas a liturgia mais antiga da cidade de Constantinopla, berço do Rito Bizantino; suas orações narram toda a história da salvação, tornando-a particularmente apropriada nas vésperas das grandes festas da nossa redenção, tais como Natal, Epifania e Páscoa.)

Durante a noite de 24 de dezembro/06 de janeiro, realiza-se o Serviço das Grandes Completas. Este Serviço é composto por de Salmos e hinos, destacando o hino “Deus está conosco”, sendo acompanhado pela Litia – uma procissão até o nártex ou “pórtico” da igreja, onde são feitas orações pelo bem-estar de todo o mundo.

Tradicionalmente, o Ofício de Matinas é celebrado imediatamente após as Grandes Completas, com seu grande Cânone que começa com “Cristo nasceu! Glorificai-o!”. Os hinos das Grandes Completas e das Matinas são particularmente ricos em imagens e teologia.

Na manhã de 25 de dezembro/07 de janeiro, celebra-se a Divina Liturgia – de São João Crisóstomo, se a Divina Liturgia de São Basílio foi usada na noite anterior, e de São Basílio, caso contrário.

Costumes Populares

Na noite de 24 de dezembro, após as Vésperas e antes das Grandes Completas, é tradição realizar uma Santa Ceia (Svjatyj Večer), que é sem carne, mas festiva. Em muitos lugares, cantam-se canções de Natal ou koladky, às vezes de porta em porta, de vilarejo em vilarejo. Este costume de cantar koladky se estende por todo período pós-Festa até à Epifania.

Na festa da Natividade, e por algum tempo depois, que pode se estender até a festa do Santo Encontro (02/15 de fevereiro), a saudação tradicional “Cristo est[a dentre nós” e a resposta “Está e estará!” são substituídas pelas palavras iniciais do Cânone das Matinas: “Cristo nasceu!”; “Glorificai-o!”

Durante a semana seguinte ao Natal, não há jejum nem abstinência de carne.

O Período Pós-Festa

De 26 a 31 de dezembro, a Igreja celebra os dias pós-festivos da Natividade. Vários deles têm comemorações específicas associadas a eles:

Em cada dia, os serviços incluem hinos da festa, bem como hinos que remetem à festa que acabamos de celebrar. Assim, a Igreja nos permite refletir e absorver mais plenamente os ensinamentos da festa.

Em cada Divina Liturgia, cantam-se a primeira e a segunda antífonas da Natividade, e o refrão da terceira antífona muda de “Ó Filho de Deus, ressuscitado dentre os mortos” ou “Ó Filho de Deus, admirável em Seus Santos” para “Ó Filho de Deus, nascido da Virgem”. O tropário da Natividade é cantado antes dos demais tropários e kontakia, e o Megalinário e o Irmos do Natal são cantados em vez de “Digno é, em verdade”.

Tropário da Natividade de nosso Senhor, melodia bizantina, tom IV

(Hipo-Diácono Gregório, Paróquia Ortodoxa do Patriarcado Ecumênico da Dormição da Mãe de Deus em Cambuci, SP)

Tropário da Natividade de nosso Senhor, melodia bizantina, tom IV

(Padre Nektários Bichara, Nabila Salloum e Marcell Romero, Vicariato Patriarcal do Rio de Janeiro do Patriarcado Ortodoxo de Antioquia)

Tropário da Natividade de nosso Senhor, melodia russa, tom IV

(Mathuska Cássia, Paróquia Ortodoxa Russa de Santa Zenáide no Rio de Janeiro)

Kondakion da Natividade de nosso Senhor, melodia bizantina, tom III

Padre Paulo Lemos, Paróquia Ortodoxa Antioquina de São Jorge (MG), Patriarcado Ortodoxo de Antioquia e Todo Oriente