A vida no seio da Santa Igreja pode ser comparada a um ciclo contínuo de festas, ou seja, à comemoração espiritual de eventos eternos. O inimigo de nossas almas, o demônio, luta contra nós introduzindo traiçoeiramente e implacavelmente seus próprios pensamentos sombrios, que são portadores da morte. Mas a Igreja também fortalece, inspira e vivifica seus filhos, proclamando a revelação que Deus trouxe à Terra.
As festas em geral são um sinal do generoso cuidado de Deus para com o homem. Cada vez que celebramos os eventos salvadores do mundo da economia divina, o padrão da vida divina se apresenta diante de nós, isto é, a incompreensível grandeza do amor incorruptível e humilde de Deus. Desta forma, um nobre desejo é despertado em nós para cantar um hino de gratidão a Deus pela salvação que Ele realizou por meio de Sua inefável dispensação.
Ao mesmo tempo, porém, as festas constituem um julgamento, porque nos colocam diante do temível tribunal do amor de Deus. O amor divino é tão santo, tão infinito e irrepreensível, que sob a sua luz o homem é envergonhado; ele é julgado e condenado porque é incapaz de responder devidamente.
As festas do Senhor, como marcos ao longo do ano, ajudam-nos a reencontrar a nossa orientação na vida, a recordar a nossa vocação e o nosso destino desde antes da fundação do mundo, a adquirir “a mente de Cristo”[1], a assumir a Sua vida. Elas reacendem a nossa esperança viva e, desta forma, fortalecem-nos na nossa luta, porque o homem sem propósito e esperança, sem fé na eternidade, enfraquece-se, paralisa-se e desintegra-se, perdendo a sua identidade, de modo que se torna incapaz de rejeitar os padrões do mundo e resistir ao governante desta era.
Estamos às vésperas da grande celebração do Natal. Santo Inácio, o Teóforo caracteriza a virgindade eterna da Mãe de Deus, a Natividade de Cristo e a Sua morte como “três mistérios proclamados em voz alta, embora realizados na quietude de Deus”.[2] Esta festa é, de fato, um grito de testemunho de que Deus “amou tanto o mundo que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que n´Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.[3]
O mesmo Santo chama Cristo de “a palavra que surgiu do silêncio [do Pai]”.[4] Cristo é a Palavra do Pai, porque trouxe aos nascidos na Terra a revelação de Deus, o conhecimento do Seu amor, o exemplo do caminho pelo qual o homem caído pode ser restaurado como filho na Casa do Pai. Mas, para falar sobre o Natal, precisamos voltar ao início da relação entre Deus e o homem.
O Deus Trino é autossuficiente e não necessita de nada. Ele criou o mundo por Seu amor infinito. Criou o homem e o coroou com grande glória, estabelecendo para ele um destino: tornar-se não apenas um anjo, mas um filho de Deus pela graça. No Paraíso, Adão vivia na Presença de Deus. Sua atenção estava fixa em Sua Face. Deus Se apresentou como um modelo para Adão, e este O imitou. Contudo, o inimigo, o diabo, insinuou-se entre eles.
A extrema arrogância de Lúcifer, que desejava colocar seu trono acima do trono de Deus, levou-o à sua queda final e irrevogável. Desde então, ele jamais cessou de tentar, invejosamente, atrair o homem para a mesma queda, instigando-o o desejo mórbido e insensato de se tornar um deus sem Deus. No Paraíso, a serpente maligna primeiro feriu o homem em sua mente, acusando falsamente a Deus. Atacou sua vontade e a feriu também, tornando-a fraca e debilitada. O homem aceitou a sugestão do inimigo e caiu. Ele saiu da Presença divina, viu sua nudez e, profundamente envergonhado, quis se esconder de seu Criador.
Desde então, a psiquê humana tem sido escravizada pela lei do pecado e da morte, temendo a Deus e constantemente se afastando Dele. Mas Deus nunca deixou de buscar Sua criatura com Sua misericórdia. Desde os primeiros momentos da queda do homem, Deus transmitiu o Primeiro Evangelho, a estranha promessa de que a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente.[5] E embora o homem tenha abandonado a Deus, Deus não abandonou o homem inconsolável e desamparado. “Deus, que em diversas ocasiões e de muitas maneiras falou outrora aos pais pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho.”[6] Ele deu como sinal profético Seu novo Nome, Emanuel, Deus conosco.[7]
“Porque nem anjo nem homem, mas o próprio Senhor nos salvou.”[8] De forma paradoxal, as Sagradas Escrituras usam os mesmos termos no Antigo e no Novo Testamento para descrever a criação do homem e a kenosis da encarnação divina. Deus criou o homem ‘segundo a Sua imagem e semelhança’.[9]Mas, como o homem não conseguiu produzir a ‘semelhança’, Cristo veio na semelhança do homem, ‘assumindo a forma de servo’.[10]
A mente e os pensamentos de Deus são diferentes da mente e dos pensamentos do homem. É por isso que o Seu caminho parece paradoxal, diferente. Ele mesmo anuncia com a boca do Seu Profeta: “Porque os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os Meus caminhos.”[11] Como observa Santo Irineu de Lyon, o Senhor veio à terra não como “poderia ter vindo a nós na Sua própria glória incorruptível, mas como ainda não tínhamos poder… portanto, a nós, como a crianças, o Pão perfeito do Pai comunica-Se como leite, pois esse era o Seu tipo de Presença humana, para que nós, nutridos pela Sua Carne como pelo seio, e habituados, por este tipo de dieta láctea, a comer e beber a Palavra de Deus, pudéssemos reter em nós mesmos o Pão da Imortalidade, que é o Espírito do Pai.”[12]
Cristo não veio para Se impor aos homens mortais com o poder e o esplendor onipotentes de Sua divindade. Ele veio secretamente, através de extrema degradação, para atraí-los com Seu amor divino e sobrenatural. É por isso que o Apóstolo exclama com reverência: “Grande é o mistério da piedade: Deus Se manifestou na carne”.[13]
A Cruz e o extremo esvaziamento de Cristo não ocorreram apenas no Gólgota e durante Sua descida ao inferno. Começaram no momento em que o Senhor Jesus, Deus Todo-Poderoso, dignou-se vir à Terra e Se fazer homem. Quem pode medir a distância infinita entre a altura divina em que o Senhor estava no seio do Pai Celestial e a profundidade de Sua humilhação quando Se colocou abaixo de toda criatura? Aquele Que verdadeiramente É, que tem a mesma Essência, a mesma vida, que Deus Pai, “assumiu nosso corpo vil”.[14]
“O Verbo Se fez carne.”[15] O Rei dos reis foi revelado como um bebê frágil e indefeso. O Criador de todas as coisas, “Aquele Que segura o universo em Suas mãos”, foi deitado em uma manjedoura com animais mudos. O portador de tesouros infinitos viveu em pobreza indescritível. O Senhor do céu e da terra foi registrado como servo de um rei terreno. Aquele Que é glorificado pelos anjos em “hinos de louvor ininterruptos”, foi perseguido pelos homens desde os primeiros dias de Sua vida terrena. O Deus impassível tornou-Se “o homem de dores”, o “servo sofredor”.
De fato, era inevitável que Cristo sofresse na terra, visto que Ele era justo, puro, sem pecado, imaculado e irrepreensível. Ele revelou a luz da santidade em um mundo que “jaz na maldade”[16] e os homens “amaram mais as trevas do que a luz”, porque temiam que a depravação de suas obras fosse repreendida.[17]
Cristo nasceu em carne no meio de um pequeno povo, perseguido e obstinado,[18] numa cidade insignificante, Belém, e da maneira mais humilde, porque para a Virgem Maria e o noivo José “não havia lugar na hospedaria”.[19] Ele nasceu como um bebê vulnerável, mostrando que aqueles que Lhe pertencem devem se tornar como bebês “na malícia”,[20] alimentados com o “leite puro”[21] do “Cordeiro e Pastor”[22] Cristo.
O Senhor não repousou num leito real coberto de púrpura, mas numa manjedoura de animais irracionais, dando assim grande esperança. De fato, o homem, em sua queda, tornou-se bestial, “como o gado insensato”,[23] mas, por mais impuro que esteja seu coração, Deus não se afasta dele, mas é de Sua boa vontade e prazer repousar na manjedoura da criatura muda de sua alma. Basta que o homem se volte para Ele e busque humildemente Sua ajuda e auxílio.
Os anjos que anunciaram o nascimento do Senhor aos pastores deram-lhes como sinal que encontrariam um menino “envolto em faixas”.[24] As faixas que envolviam Cristo prenunciavam o Seu sepultamento. Este Menino não veio à Terra para viver, mas para morrer pela salvação do homem.
Admiramos com reverência o esvaziamento de Si mesmo e a inefável humildade de Cristo, que se apresentam nestes dias nas leituras e nos hinos da Igreja. Mas não basta maravilharmo-nos com a Sua divina humildade. Devemos também adorá-la. O nosso chamado como cristãos é abraçar o caminho de Cristo. É isso que o Apóstolo nos exorta a fazer: “Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha”.[25] O Cristianismo não é um ensinamento filosófico, mas uma jornada após o Senhor, uma relação de amor com Ele, a “abundância da vida”.[26]
Por meio do nascimento de Deus, o Verbo, a eternidade entrou no tempo. A história foi dividida em duas, mas o fio que ligava Deus e o homem antes da queda de Adão foi unido em um só. Cristo, por meio de Seu nascimento, ‘do Espírito Santo e da Virgem Maria’, ‘fez novas todas as coisas’.[27]Ele fundou uma nova Jerusalém, onde constrói um templo com pedras vivas,[28]com as almas daqueles que carregam Seu Nome. Neste templo, Sua Igreja, Ele plantou uma fonte inextinguível de graça, de santificação, “de tão grande salvação”.[29]
O Senhor, por meio de Sua dispensação encarnada, realizou “a recapitulação salvífica de todas as coisas”. Ele marcou uma nova era e criou “um novo homem”. Ele não apenas restaurou a perfeição do Primeiro Criado no Paraíso, mas também deu ao homem o potencial para uma medida maior de perfeição, porque em Sua Pessoa as naturezas divina e humana foram unidas hipostaticamente.
Cristo assumiu tudo o que era humano, exceto o pecado. Ele sofreu Sua incompreensível kenosis e a Cruz, para que em todas as coisas “tivesse a preeminência”.[30] Ele Se humilhou completamente, colocando-Se abaixo de todos, tomando sobre Si o pecado e a dor do mundo inteiro. Desde então, é impossível haver qualquer plenitude de sofrimento que Cristo não tenha suportado. Portanto, por mais insuportável que a provação que estejamos atravessando possa parecer, podemos sempre recorrer diretamente à Pessoa de Cristo e seguir os Seus passos.
O Senhor Jesus mostrou-nos que o centro do pecado é a vontade do homem. Ele o curou ao entregar completa e voluntariamente a Sua vontade humana ao Pai Celestial. Em Sua oração no Getsêmani, Ele disse: “Não a Minha vontade, mas a Tua seja feita.” [31] Além disso, no Gólgota, Ele selou a Sua perfeita entrega nas mãos do Pai com o Seu santo Sangue.
Não só o amor do Pai Celestial foi revelado aos nascidos na Terra na Pessoa de Cristo, mas também o Homem Que Deus tinha em mente quando criou Adão. Santo Sofrônio observa: “Cristo revelou tanto a imagem do Deus Criador quanto a imagem do homem criado, tal como ele era e sempre é na Mente criadora do Pai preeterno.” [32]
Cristo revelou a profundidade ontológica do homem e o fato de que a vida de cada pessoa está inextricavelmente ligada à vida de toda a raça humana. O Senhor nasceu na terra, viveu entre os homens, pregou a verdade de Deus, sofreu, morreu, desceu às regiões infernais, ressuscitou e ascendeu, tendo todo Adão como conteúdo de Seu coração. Quando o homem se torna uma imitação de Cristo, quando ele tem Cristo ‘vivo e caminhando’[33] em seu coração, ele também carrega dentro de si todo Adão.
Durante esse período, os cristãos frequentemente desejam que Cristo nasça em seus corações. Geralmente, porém, desconhecem que essa palavra expressa uma verdade específica. Qual seria, então, o significado da expressão apostólica “para que Cristo habite em seus corações pela fé”?[34]
Cristo veio e nasceu na terra, hipostaticamente e corporalmente, de uma vez por todas, tomando posse da carne da Santíssima Virgem. Esse evento é único e irrepetível. Contudo, os Padres da Igreja pregam que Cristo pode nascer no coração de cada homem “de um modo que é ao mesmo tempo espiritual e substancial”.[35] São Máximo, o Confessor, escreve a respeito disso: “O Logos divino, que de uma vez por todas nasceu na carne, sempre em Sua compaixão deseja nascer em espírito naqueles que O desejam. Ele Se torna uma criança e Se forma neles por meio das virtudes”.[36]
Estas palavras são grandiosas. Elas geram gratidão nas profundezas do coração e o desejo de retribuir a Deus com gratidão, não apenas por Seu indizível esvaziamento de Si mesmo durante Sua jornada na Terra, mas também pelo fato de Ele ansiar por Se encarnar no coração de cada um de nós. Surge, porém, também a preocupação piedosa de como abrir e preparar adequadamente o lugar secreto do coração, para que o Senhor possa Se fazer carne nele.
Primeiramente, Cristo nasce como um bebê no coração, quando o homem recebe a semente da fé. Então, Ele continua a crescer à medida que o homem guarda os mandamentos divinos – e especialmente o abrangente mandamento do arrependimento – ao participar dos Sacramentos da Igreja e conformar sua vontade à vontade divina. À medida que Cristo cresce nele, o homem amadurece espiritualmente e cresce com o “crescimento de Deus”,[37] até atingir “a medida da estatura da plenitude de Cristo”.[38]
A aceitação com fé da palavra de Deus crucifica a mente e a une ao coração. E quando a mente é batizada num coração ardente de gratidão a Deus, o divino Benfeitor, o homem adquire grande ousadia na sua luta espiritual. Ele percebe que o que parece à mente terrena como loucura e fraqueza é, na verdade, “o poder de Deus e a sabedoria de Deus”,[39] vida e luz. Ele é pregado à cruz invisível dos mandamentos, e esta cruz torna-se um canal que lhe transmite o conhecimento e a vida de Deus.
O exemplo que nos mostra como receber Emanuel, como acolher o “Menino”, Jesus, encarnado em nossos corações, é apresentado diante de nós na Pessoa da Santíssima Mãe de Deus, que serviu de forma irrepreensível e imaculada à obra da divina dispensação para a salvação universal. Devemos adornar nossos corações com as virtudes que adornaram Sua Mãe Imaculada: Sua profunda humildade e sede de Deus, Sua pureza e virgindade espiritual, Sua obediência e total entrega à vontade divina.
No princípio da criação, Deus trouxe toda a criação do não-ser ao ser com uma só palavra: “Haja…”. A Santíssima Virgem, por meio da palavra de Sua perfeita entrega a Deus, “Faça-se em Mim segundo a Tua palavra”, trouxe o próprio Criador à Terra. A verdadeira entrega do homem à vontade de Deus realiza coisas grandiosas e maravilhosas em sua vida. Deus vem e lhe concede santidade. Contudo, para se entregar a Deus, o homem precisa vencer um grande obstáculo: sua própria vontade; precisa também rejeitar a ilusão de que o amor a Deus e o amor ao mundo são compatíveis.
Nosso Deus é um Deus zeloso. Ele exige o coração do homem por inteiro, sem qualquer divisão. Assim como Ele Se tornou um estranho na terra, Ele deseja que nós também nos tornemos estranhos, que saiamos do acampamento deste mundo.[40] Assim como Ele ama de forma absoluta, Ele deseja que também não prefiramos nada ao Seu amor, que O amemos ‘com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com toda a nossa mente, com toda a nossa força’.[41] É claro que, por nós mesmos, não somos fortes o suficiente nem para renunciar ao mundo nem para amar a Deus, mas pela cooperação da graça o que é humanamente impossível torna-se possível.[42]
A Santíssima Virgem recebeu a Anunciação durante Seu retiro hesicasta no Santo dos Santos, quando Se deleitava na oração e no estudo da palavra de Deus. Portanto, a oração hesicasta torna o homem alvo da visitação de Deus e o reveste da “graça da glória que vem de Deus para sempre”.[43] O próprio Senhor ordena: “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus”,[44] indicando que a hesíquia é o caminho para o conhecimento de Deus, isto é, “comunhão no ser”, união ontológica com Ele. A oração hesicasta é o clamor mais poderoso do homem a Deus, mas é também durante a oração hesicasta que Deus transmite ao coração o testemunho mais tangível de Sua presença nele.
O período que antecede o Natal é um tempo para nos prepararmos na hesíquia e na oração, para que possamos ouvir a palavra da manjedoura de Cristo que clama em silêncio: «Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, em que Deus enviou o Seu Filho Unigênito ao mundo, para que n´Ele vivamos»[45] e responder prontamente enviando a Deus hinos de ação de graças e amor.
A Igreja nos exorta: “Cristo nasceu; glorificai-o. Cristo veio do céu, ide ao seu encontro”. Ao mesmo tempo, porém, nós, seus membros, percebendo quão “longe da salvação” estamos, e que somos mais semelhantes a filhos do inferno do que a filhos de Deus, perguntamos: “O que podemos oferecer-Te, ó Cristo?”. Contudo, mesmo que não tenhamos nada digno do Senhor, ofereçamos-Lhe ao menos nossa humilde ação de graças, na esperança incorruptível de que, se o Todo-Poderoso Jesus, “o Deus Pré-eternot”, Se fez um bebê envolto em panos e sacrificou a Sua vida por nós, como não fará todas as coisas pela nossa salvação?
Cristo nasceu. Venhamos todos ao Seu encontro em nossos corações com gratidão. Que assim seja.
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[1] 1 Coríntios 2:16.
[2] Santo Inácio de Antioquia, ‘Carta aos Efésios’, em As Epístolas de São Clemente de Roma e Santo Inácio de Antioquia, 19, p. 67. PG 5, 660B.
[3] João 3:16.
[4] Santo Inácio de Antioquia, ‘Carta aos Magnésios’, em As Epístolas de São Clemente de Roma e Santo Inácio de Antioquia, 8.2, p. 72.
[5] Gênesis 3:15.
[6] Hebreus 1:1.
[7] Isaías 7:14.
[8] A Oração da Proscomídia.
[9] Cf. Gênesis 1:26.
[10] Cf. Filipenses 2:7.
[11] Isaías 55:8.
[12] Santo Irineu de Lyon, Contra a Heresia, Livro 4, cap. 38, parte 1, p. 437.
[13] 1 Tim. 3:16.
[14] Filipenses 3:21; Divina Liturgia de São Basílio, o Grande, Anáfora.
[15] João 1:14.
[16] 1 João 5:19.
[17] João 3:19-20.
[18] Êxodo 33:3; Deuteronômio 9:6.
[19] Lucas 2:7.
[20] 1 Coríntios 14:20.
[21] 1 Pedro 2:2.
[22] Hino Acatiste, Stasis B.
[23] Salmo 48:13 e 21 (LXX).
[24] Lucas 2:12.
[25] Filipenses 2:5.
[26] Cf. João 10:10.
[27] Apocalipse 21:5.
[28] 1 Pedro 2:10. 2:5.
[29] Hebreus 2:3.
[30] A Divina Liturgia de São Basílio, o Grande, Anáfora.
[31] Lucas 22:42.
[32] Arquimandrita Sofrônio, O Mistério da Vida Cristã, p. 191.
[33] Cf. Levítico 26:12; 2 Coríntios 6:16.
[34] Cf. Efésios 3:17.
[35] São Simeão, o Novo Teólogo, Sobre a Vida Mística: Os Discursos Éticos,
vol. 1, 10, pp. 55-56. SC 122, p. 252.
[36] Cf. São Máximo, o Confessor, ‘Vários Textos sobre Teologia, a Economia Divina e a Virtude e o Vício’ em Filocalia, vol. 2, pp. 165-166. PG 90, 1182B.
[37] Colossenses 2:19.
[38] Efésios 4:13.
[39] 1 Cor. 1:18.
[40] Hb. 13,13.
[41] Cf. Dt. 6:5; Mc. 12:30; Lc. 10:27.
[42] Mt. 19:26; Mc. 10:27; Lc. 18:27.
[43] Baruc 5:1.
[44] Sl. 46:10.
[45] 1 João 4:9.
Arquimandrita Zacarias (Zacharou)
tradução de monja Rebeca (Pereira)








